- Aqui o vosso amigo Nuno tem um sério problema para resolver e precisa de muita energia amiga, de muito apoio, para o superar - explicou a stôra estendendo a mão que o Nuno apertou na sua.
Apoio? Ajuda? Nuno, estás mal? - perguntou a Filipa
Nós bem que já tínhamos percebido que se passava alguma coisa mas não sabíamos que era tão grave ! – acrescentou a Catarina.
- Consomes mesmo heroína? Pensei que estivesses a ironizar ! – Replicou incrédula a Eunice
-Sim… mas como já tenho provas do quanto tenho infernizado a minha vida e a…vossa -proclamou o Nuno olhando à sua volta – prometi à stôra que não a vou desiludir. Posso contar com vocês? Tenho algum medo de entrar sozinho nesta batalha.
A Cati, com o seu jeito de líder, dirigiu-se ao amigo de forma segura:
-É claro que estamos aqui para o que precisares mas tens de dar ouvidos aos nossos conselhos. Vamos traçar um plano de emergência e cada um terá de cumprir a sua parte. Logicamente que a tua será a mais exigente.
Primeiro passo, muito importante, chamar os teus pais para este piquete de trabalho – acrescentou.
Sim, Nuno, vai ter de ser !- concordou a professora a professora .
Vamos ligar ao João e ao Duarte eles só não vieram hoje porque… são piegas… como quase todos os homens… - troçou a Eunice – Mas são bons rapazes e acho que podem fazer um bom trabalho neste grupo.
Procurou o telemóvel na mochila e afastou-se para fazer as chamadas.
5 anos depois Nuno frequenta a faculdade de Arquitectura. É inseparável da Catarina. Todos os amigos seguiram caminhos diferentes. Nuno sentia-se bem com o seu..
Prof. Agostinha 18 de Março 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
7º F - A luz ao fundo do tunel?
-Nuno, perdoei-te desde o primeiro momento – exclamou a professora com uma ponta de emoção na voz pois já se convencera de que aquele aluno nunca iria assumir o seu acto tresloucado -Não te culpes dessa forma, eu também já fui adolescente – concluiu.
- Obrigado pela compreensão stôra!! - balbuciou Nuno grato pela oportunidade que a professora lhe estava a dar para corrigir o seu caminho.
- Agora, a tarefa que tens pela frente é muito difícil, tu sabes bem disso. Prepara-te, vais precisar de amigos verdadeiros, da tua família e de quem mais vier para te ajudar!
-Com o corpo a tremer, as flores esquecidas nas mãos, as lágrimas que teimavam em nascer nos seus olhos tristes uma atrás da outra, a única coisa que sabia dizer era “Obrigado, prometo que não a vou desiludir”.
-Truz, Truz, Truz! - surgiu a cabeça da Luísa a espreitar na porta do quarto.
-Já soubemos tudo o que aconteceu, stôra. Como é que está? Sente-se melhor? Precisa de alguma coisa? Estão a tratá-la bem? – interrogou Luísa eufórica
A professora já se preparava para responder quando chegaram a Catarina e a Filipa.
-Desculpe, stôra, podemos entrar?
-Vou andando… - segredou o Nuno ao ouvido da professora disfarçadamente – Deixo as flores na casa de banho…
-Não, não vás embora agora que estão aqui verdadeiros amigos que te podem ajudar!, Por favor Nuno! É a tua saúde, é o teu futuro! - gritou a professora quase em pânico.
- Ajudar quem? – perguntou curiosa a Eunice que acabava de se juntar às colegas no quarto .
Prof. Elvira, 15 de Março 2010
- Obrigado pela compreensão stôra!! - balbuciou Nuno grato pela oportunidade que a professora lhe estava a dar para corrigir o seu caminho.
- Agora, a tarefa que tens pela frente é muito difícil, tu sabes bem disso. Prepara-te, vais precisar de amigos verdadeiros, da tua família e de quem mais vier para te ajudar!
-Com o corpo a tremer, as flores esquecidas nas mãos, as lágrimas que teimavam em nascer nos seus olhos tristes uma atrás da outra, a única coisa que sabia dizer era “Obrigado, prometo que não a vou desiludir”.
-Truz, Truz, Truz! - surgiu a cabeça da Luísa a espreitar na porta do quarto.
-Já soubemos tudo o que aconteceu, stôra. Como é que está? Sente-se melhor? Precisa de alguma coisa? Estão a tratá-la bem? – interrogou Luísa eufórica
A professora já se preparava para responder quando chegaram a Catarina e a Filipa.
-Desculpe, stôra, podemos entrar?
-Vou andando… - segredou o Nuno ao ouvido da professora disfarçadamente – Deixo as flores na casa de banho…
-Não, não vás embora agora que estão aqui verdadeiros amigos que te podem ajudar!, Por favor Nuno! É a tua saúde, é o teu futuro! - gritou a professora quase em pânico.
- Ajudar quem? – perguntou curiosa a Eunice que acabava de se juntar às colegas no quarto .
Prof. Elvira, 15 de Março 2010
A vez de uma encarregada de educação do 8º C
Decidido, bateu à porta e aguardou. Uma voz um pouco fraca, mas que ele conhecia tão bem disse:
- Pode entrar.
Com o coração apertado e agarrando as margaridas silvestres à sua frente, como se de um escudo se tratasse, Nuno entrou no quarto de Hospital. Muito constrangido e sem saber o que dizer, manteve-se junto à porta, olhando para aquela que foi a sua única amiga nos momentos mais difíceis da sua vida. A sua stora preferida estava encostada na cama, a ler um livro com o título “Como ajudar um toxicodependente a largar o vício”. Tinha a face esquerda coberta com gaze. Percebendo que essa leitura era por causa dele e vendo que, apesar de a ter magoado, a stora ainda se preocupava com ele, sentiu-se possuído por uma tristeza infinita e sentiu os seus olhos encherem-se de lágrimas.
- Então, Nuno? Vieste visitar-me?
Recuperando a voz, Nuno deixou-se cair de joelhos, dizendo atabalhoadamente por entre as lágrimas:
- Desculpe stora, desculpe… Tente perdoar-me. Eu nunca pensei que a pudesse magoar… Não era minha intenção… Nunca imaginei que pudesse chegar a este ponto. Que tenho de fazer para que me perdoe?
Luísa Paula Pereira 2010-03-08
- Pode entrar.
Com o coração apertado e agarrando as margaridas silvestres à sua frente, como se de um escudo se tratasse, Nuno entrou no quarto de Hospital. Muito constrangido e sem saber o que dizer, manteve-se junto à porta, olhando para aquela que foi a sua única amiga nos momentos mais difíceis da sua vida. A sua stora preferida estava encostada na cama, a ler um livro com o título “Como ajudar um toxicodependente a largar o vício”. Tinha a face esquerda coberta com gaze. Percebendo que essa leitura era por causa dele e vendo que, apesar de a ter magoado, a stora ainda se preocupava com ele, sentiu-se possuído por uma tristeza infinita e sentiu os seus olhos encherem-se de lágrimas.
- Então, Nuno? Vieste visitar-me?
Recuperando a voz, Nuno deixou-se cair de joelhos, dizendo atabalhoadamente por entre as lágrimas:
- Desculpe stora, desculpe… Tente perdoar-me. Eu nunca pensei que a pudesse magoar… Não era minha intenção… Nunca imaginei que pudesse chegar a este ponto. Que tenho de fazer para que me perdoe?
Luísa Paula Pereira 2010-03-08
8º B - No dia seguinte...
Entrou atabalhoadamente no autocarro, estupefacto…tinha conseguido dizer “Não”.
Quando chegou ao átrio do hospital dirigiu-se a uma pequena loja que vendia flores. Ainda olhou para as rosas brancas mas acabou por se decidir por um raminho de margaridas silvestres. Eram a cara da stôra. “ Como é que ela irá reagir à minha presença?” Perguntou-se sentindo uma pontada de desânimo.
Dirigiu-se a uma enfermeira um pouco atrapalhado:
Desculpe, por favor, podia me dar algumas informações sobre uma professora que deu entrada no hospital ontem?
Mas é claro, Qual é o nome?
- Penso que se chama Helena, Helena… Freitas.
- Um momento… aqui está… piso 2, no quarto 5.
- Obrigado!
Encontrou o quarto com facilidade mas parou à porta subitamente paralisado pelo receio. As palavras de Ariel ecoaram forte na sua cabeça “Terás que ser tu a escolher o caminho que queres fazer”.
Tenho que fazer isto! – exclamou a si mesmo.
Prof. Agostinha, 3 de Março 2010
Quando chegou ao átrio do hospital dirigiu-se a uma pequena loja que vendia flores. Ainda olhou para as rosas brancas mas acabou por se decidir por um raminho de margaridas silvestres. Eram a cara da stôra. “ Como é que ela irá reagir à minha presença?” Perguntou-se sentindo uma pontada de desânimo.
Dirigiu-se a uma enfermeira um pouco atrapalhado:
Desculpe, por favor, podia me dar algumas informações sobre uma professora que deu entrada no hospital ontem?
Mas é claro, Qual é o nome?
- Penso que se chama Helena, Helena… Freitas.
- Um momento… aqui está… piso 2, no quarto 5.
- Obrigado!
Encontrou o quarto com facilidade mas parou à porta subitamente paralisado pelo receio. As palavras de Ariel ecoaram forte na sua cabeça “Terás que ser tu a escolher o caminho que queres fazer”.
Tenho que fazer isto! – exclamou a si mesmo.
Prof. Agostinha, 3 de Março 2010
7º A - Nuno diz NÃO!
Depois daquela viagem assustadora, pela primeira vez em muitos meses pensou e reflectiu sentindo que toda a sua energia se esgotara. O dia fora longo. Estava exausto. Foi para casa.
No dia seguinte, acordou com a consciência pesada. Decidiu que o melhor seria ir visitar a professora Helena . Apesar de estar preocupado continuava com a certeza de que podia desabafar com ela.
A caminho do hospital encontrou-se com uns amigos que o convidaram para fumar. Apanhado desprevenido, Nuno ficou confuso, hesitou, sem saber o que fazer mas as imagens que Ariel lhe mostrara fizeram flash no seu cérebro.
- Estou com pressa, agora não posso! – respondeu Nuno assustado lançando-se a correr para apanhar o autocarro.
Prof. Agostinha, 26 de Fevereiro 2010
No dia seguinte, acordou com a consciência pesada. Decidiu que o melhor seria ir visitar a professora Helena . Apesar de estar preocupado continuava com a certeza de que podia desabafar com ela.
A caminho do hospital encontrou-se com uns amigos que o convidaram para fumar. Apanhado desprevenido, Nuno ficou confuso, hesitou, sem saber o que fazer mas as imagens que Ariel lhe mostrara fizeram flash no seu cérebro.
- Estou com pressa, agora não posso! – respondeu Nuno assustado lançando-se a correr para apanhar o autocarro.
Prof. Agostinha, 26 de Fevereiro 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
9º A
- Ainda não… mas serás se continuares nesta vida de meras ilusões!
Olhou-a confuso. Os seus olhos castanhos espelhavam bem a guerra interior que estava a sentir, a tristeza e a depressão que a imagem lhe provocaram. O Grito saiu-lhe como uma libertação de um pesadelo:
- NÃO! EU NÃO SOU ESTE! As palavras soavam a revolta, a raiva e angústia.
Ariel abraçou-o. Nuno chorou pela segunda vez .
- Vamos? – convidou-o comovida.
Pegou-lhe na mesma mão direita e transportou-se com ele até um lugar muito calmo. Ficava nos subúrbios do grande aglomerado de casas, arranha-céus e chaminés, longe do movimento louco e stressante da cidade. Estavam em frente a uma casa de um único andar, plantada num extenso espaço verde, com enormes janelas, rasgadas para receber a paisagem do exterior. Havia muitas flores e muitas árvores.
Enquanto se demoravam a contemplar aquele pequeno paraíso saiu da casa um homem seguido de duas crianças. À porta ficou uma mulher esbelta que se despediu da família com um sorriso e um acenar gracioso.
Pouco depois, também ela se encaminhou confiante e feliz em direcção a um carro que arrancou atrás da carrinha que levava o marido e os filhos.
Já entendi! Por favor! Preciso de sair daqui!
No momento seguinte estavam de volta ao plátano.
- Já te vais? – perguntou o rapaz com a voz encharcada no pânico que lhe apertou a garganta.
- Estarei sempre contigo, aconteça o que acontecer, mas terás de ser tu a escolher o caminho que queres fazer.
Olhou-a confuso. Os seus olhos castanhos espelhavam bem a guerra interior que estava a sentir, a tristeza e a depressão que a imagem lhe provocaram. O Grito saiu-lhe como uma libertação de um pesadelo:
- NÃO! EU NÃO SOU ESTE! As palavras soavam a revolta, a raiva e angústia.
Ariel abraçou-o. Nuno chorou pela segunda vez .
- Vamos? – convidou-o comovida.
Pegou-lhe na mesma mão direita e transportou-se com ele até um lugar muito calmo. Ficava nos subúrbios do grande aglomerado de casas, arranha-céus e chaminés, longe do movimento louco e stressante da cidade. Estavam em frente a uma casa de um único andar, plantada num extenso espaço verde, com enormes janelas, rasgadas para receber a paisagem do exterior. Havia muitas flores e muitas árvores.
Enquanto se demoravam a contemplar aquele pequeno paraíso saiu da casa um homem seguido de duas crianças. À porta ficou uma mulher esbelta que se despediu da família com um sorriso e um acenar gracioso.
Pouco depois, também ela se encaminhou confiante e feliz em direcção a um carro que arrancou atrás da carrinha que levava o marido e os filhos.
Já entendi! Por favor! Preciso de sair daqui!
No momento seguinte estavam de volta ao plátano.
- Já te vais? – perguntou o rapaz com a voz encharcada no pânico que lhe apertou a garganta.
- Estarei sempre contigo, aconteça o que acontecer, mas terás de ser tu a escolher o caminho que queres fazer.
7ºC
Mesmo assim Nuno desconfiava de que nada daquilo era real. A sua vida era uma desgraça, estava farto dela. Tudo o que ele fazia era asneira. Beliscou-se. Sentiu dor.
-Nuno pára com isso! – exclamou Ariel olhando-o decidida.
-Quem me dera voltar atrás! – vociferou o rapaz.
- O passado é passado, não podemos fazer nada quanto a isso, mas com o futuro não é bem assim, ainda estás a tempo! Vem comigo, vou-te levar numa viagem um tanto estranha. Prepara-te, podes ter de assistir a cenas chocantes.
Aproximou-se e pediu:
- Dá-me a tua mão direita, fecha os olhos. Vais-te sentir leve, irreal mas é mesmo assim.
Nuno obedeceu e por momentos não sentiu nada além de uma grande tranquilidade. De repente… viu-se num beco duma rua de uma grande cidade. Não se reconheceu naquele farrapo de homem ressacado, semi-nu, papos nos olhos raiados de vermelho, vidrados, fixos na lua fria.
-Que horror! Não sou eu, pois não? – perguntou aflito.
7º C – Prof. Glória Sousa 1 de Fevereiro 2010
-Nuno pára com isso! – exclamou Ariel olhando-o decidida.
-Quem me dera voltar atrás! – vociferou o rapaz.
- O passado é passado, não podemos fazer nada quanto a isso, mas com o futuro não é bem assim, ainda estás a tempo! Vem comigo, vou-te levar numa viagem um tanto estranha. Prepara-te, podes ter de assistir a cenas chocantes.
Aproximou-se e pediu:
- Dá-me a tua mão direita, fecha os olhos. Vais-te sentir leve, irreal mas é mesmo assim.
Nuno obedeceu e por momentos não sentiu nada além de uma grande tranquilidade. De repente… viu-se num beco duma rua de uma grande cidade. Não se reconheceu naquele farrapo de homem ressacado, semi-nu, papos nos olhos raiados de vermelho, vidrados, fixos na lua fria.
-Que horror! Não sou eu, pois não? – perguntou aflito.
7º C – Prof. Glória Sousa 1 de Fevereiro 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
8º C - Ela aparece...
“O que é que eu fui fazer ! “ Muito perturbado saiu da biblioteca. Precisava de pôr ordem na sua cabeça, tinha urgência em limpar a alma daquele desespero, aliviar aquela culpa que lhe pesava mais do que qualquer outra coisa lhe pesara na sua vida de jovem inconsequente. Correu para o seu esconderijo, onde conseguia reflectir, o canteiro junto à sala dos professores, um lugar escuro no Inverno, solarengo no Verão. Por ficar tão perto do convívio com os professores nunca alguém se havia lembrado de o frequentar. Escondido pelas ramagens do plátano viu a ambulância passar. Foi então que começou a chorar. A raiva fez-se água salgada e ele deixou que ela corre-se até se sentir cansado. Completamente extenuado ouviu passos mas não teve força para tentar abandonar o tronco da grande árvore que o abrigava dos olhares indiscretos. A rapariga aproximou-se sem lhe fazer perguntas e passou-lhe a mão direita pelos cabelos em desalinho. Nuno achou-a perfeita…
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
As coisas complicam-se para o Nuno
-Para quê ?! – perguntou Nuno agressivamente - Eles não querem saber de mim!
-Não custa tentar, qual é o pai que não se importa com o seu filho?!
-Não quero!
- Os teus pais podiam ajudar-te.
- Não quero!
-Vá lá Nuno…
-NÃO-QUE-RO!
Sem noção do que estava a fazer deu um pontapé na cadeira ao seu lado. Esta embateu violentamente no vidro do armário. TRAZ! À velocidade de um raio um fragmento de vidro atingiu a face da professora.
Nuno estava incrédulo…como era capaz de uma atitude desta violência com uma professora tão simpática e que já lhe tinha dado muitas provas de preocupação sincera?
Gabriela Dias 9ºC Bento Martins 9ºC 11 de Janeiro 2010
Filipa Branco 9ºC Anthony Figueira 9ºC
Prof. João Monteiro
-Não custa tentar, qual é o pai que não se importa com o seu filho?!
-Não quero!
- Os teus pais podiam ajudar-te.
- Não quero!
-Vá lá Nuno…
-NÃO-QUE-RO!
Sem noção do que estava a fazer deu um pontapé na cadeira ao seu lado. Esta embateu violentamente no vidro do armário. TRAZ! À velocidade de um raio um fragmento de vidro atingiu a face da professora.
Nuno estava incrédulo…como era capaz de uma atitude desta violência com uma professora tão simpática e que já lhe tinha dado muitas provas de preocupação sincera?
Gabriela Dias 9ºC Bento Martins 9ºC 11 de Janeiro 2010
Filipa Branco 9ºC Anthony Figueira 9ºC
Prof. João Monteiro
9º B - "Como é que me vou safar desta?"
Estupefacta, a professora Helena percebeu que o caso era mais complexo do que pensara e que não conhecia o aluno que tinha à sua frente.
Sem palavras, completamente bloqueada não desviou o olhar do Nuno e docemente pôs-lhe a mão no ombro. Nesse momento o rapaz compreendeu que continuava a ter o apoio da stôra.
As perguntas surgiam em catadupa na sua cabeça.
“E agora, o que é que vai acontecer? Será que ela vai contar a alguém? Como é que me vou safar desta?”
- Posso marcar um encontro com os teus pais? – perguntou a medo a professora.
9º B , 27 de Novembro
Prof. Elvira Ferreira
Sem palavras, completamente bloqueada não desviou o olhar do Nuno e docemente pôs-lhe a mão no ombro. Nesse momento o rapaz compreendeu que continuava a ter o apoio da stôra.
As perguntas surgiam em catadupa na sua cabeça.
“E agora, o que é que vai acontecer? Será que ela vai contar a alguém? Como é que me vou safar desta?”
- Posso marcar um encontro com os teus pais? – perguntou a medo a professora.
9º B , 27 de Novembro
Prof. Elvira Ferreira
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