Entrou atabalhoadamente no autocarro, estupefacto…tinha conseguido dizer “Não”.
Quando chegou ao átrio do hospital dirigiu-se a uma pequena loja que vendia flores. Ainda olhou para as rosas brancas mas acabou por se decidir por um raminho de margaridas silvestres. Eram a cara da stôra. “ Como é que ela irá reagir à minha presença?” Perguntou-se sentindo uma pontada de desânimo.
Dirigiu-se a uma enfermeira um pouco atrapalhado:
Desculpe, por favor, podia me dar algumas informações sobre uma professora que deu entrada no hospital ontem?
Mas é claro, Qual é o nome?
- Penso que se chama Helena, Helena… Freitas.
- Um momento… aqui está… piso 2, no quarto 5.
- Obrigado!
Encontrou o quarto com facilidade mas parou à porta subitamente paralisado pelo receio. As palavras de Ariel ecoaram forte na sua cabeça “Terás que ser tu a escolher o caminho que queres fazer”.
Tenho que fazer isto! – exclamou a si mesmo.
Prof. Agostinha, 3 de Março 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
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